Minimalism in Design: Does Less truly mean more?

minimalismo no design

O minimalismo no design tem marcado cada vez mais a sua posição em todos os aspetos do nosso quotidiano, mas estaremos a dirigir-nos para uma arte sem identidade própria?

As trends são cíclicas. O que há um ano era visto como ultrapassado, hoje é avant garde. Esta efemeridade de movimentos resulta numa maior rapidez de adaptação, levando as marcas a implementar mudanças drásticas numa tentativa de acompanhar o ambiente extremamente dinâmico onde se inserem.

É nesta envolvente que o minimalismo no design encontra terreno fértil para prosperar. A facilidade de interpretação dos elementos, a estética clean e o potencial em marketing e vendas, assumem-se como pontos a favor para um rebranding rápido e teoricamente eficiente.

Mas de onde surge o minimalismo no design que toda a gente fala?

Várias são as raízes que servem como alicerces para o minimalismo no design que conhecemos hoje, daí a importância da sua desmistificação.

  • De Stjil: in the century XX, between 1917 and 1930 in the Netherlands, this artistic movement emerged, characterized by its abstract strokes, geometrical shapes, and simplicity of elements. Thus, De Stijl represents an artistic movement capable of finding beauty in subtlety.
  • Traditional Japanese Design: In a culture where simplicity in routine is the norm, it's common for those routines to be reflected in design. The focal point on simple strokes, harmonious color palettes, and subtle tones results in elegant pieces without excessive elements.

Com estas raízes bem definidas, o minimalismo atual é resumido em alguns pontos-chave: seleção de elementos que apresentem uma função bem definida na composição final; a aposta no detalhe que reforce a experiência do consumidor; escolha estratégica de cores sensoriais; gestão do espaço em branco; tipografias simples e altamente legíveis e utilização do contraste para criar interesse visual.

Marcas como a Netflix, Uber and Burger King (com o seu novo rebranding) conseguiram na simplicidade da sua imagem, criar uma identidade memorável, reconhecível e facilmente associável ao seu ramo de atividade, o que claramente suportou a sua franca expansão de notoriedade atual.

Por outro lado, mesmo que com as marcas acima referidas o uso do minimalismo no design tenha funcionado como um trunfo de afirmação, existem também recentes rebrandings onde o potencial de mercado se sobrepôs à pegada histórica e tradicional associada à identidade das mesmas. Estamos a falar de marcas haute couture como BalmainYves Saint Laurent and Balenciaga, onde a minimalização da sua identidade gráfica caiu numa imagem simplista, sem alma e carente de qualquer elemento diferenciador, resultando numa série de logótipos semelhantes e indistinguíveis ao olhar exigente do consumidor.

O minimalismo no design, tal como qualquer outro movimento artístico, deve ser adequado ao contexto e envolvente onde se insere. A tentativa de acompanhar as tendências numa urgência de gerar mais lucros leva, muitas vezes, a composições gráficas completamente inadaptadas, onde todos os elementos que tornam o minimalismo uma arte única são perdidos, resultando numa arte 100% superficial.

After this article, Juniscap opens the following discussion: does minimalism come to stay, or is it just another scenario where art is intertwined with sales?

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